Vanguardas Europeias

O expressionismo nas artes plásticas

 

O Expressionismo é a arte do instinto, trata-se de uma pintura dramática, subjetiva, “expressando” sentimentos humanos, o sentimento do artista. Utilizando cores irreais, dá forma ao amor, ao ciúme, ao medo, à solidão, à miséria humana, à prostituição.

Há predominância dos valores emocionais sobre os intelectuais.

Geralmente, os quadros retratam seres humanos solitários e sofredores. Com a intenção de captar estados mentais, vários quadros mostram personagens deformados. Deforma-se a figura, para ressaltar o sentimento.

 

Principais características:

–     Pesquisa no domínio psicológico.

–     Técnica violenta: o pincel, ou espátula, vai e vem, fazendo e refazendo, empastando ou provocando explosões. O pintor recusa o aprendizado técnico e pinta conforme as exigências de sua sensibilidade.

–     Preferência pelo patético, trágico e sombrio. O artista vive não apenas o drama do homem, mas também da sociedade.

(Por: Nádia Cristina. Disponível em http: // http://www.meuartigo.brasilescola.com/

Anita Malfati - O Japones

 

O Dadaísmo, fundado pelo poeta romeno Tristan Tzara, condena a ordem que produziu a Primeira Guerra e critica a civilização, a religião e a moral. As declarações dos dadaístas são confusas propositadamente, objetivando, pela brincaideira, ridicularizar a sociedade, a arte e a cultura tradicional. Uma das principais técnicas dadaístas consiste na valoração de elemento considerado antiartístico, elevando-o ao patamar de possível apreciação: é a técnica do ready-made.

 

O movimento Futurista, iniciado por Marinetti, repercutiu principalmente na Literatura; porém, ele se expandiu para outras artes e é possível perceber sua influência em pinturas e esculturas de muitos artistas.

O Futurismo tinha como princípios a velocidade, a exaltação a novas máquinas e tecnologias, o desejo de transmitir o dinamismo das cidades em crescimento.

Com o objetivo de expandir as idéias futuristas para outras artes, Marinetti colaborou com pintores como: Gino Severini, Luigi Russolo, Umberto Boccioni e Carlo Carrà.

No entanto, quando da sua primeira exposição, a pintura futurista foi criticada por sua timidez. Isso fez com que Severini entrasse em contato com os cubistas e voltasse com novas ideias, aproveitando o uso de formas geométricas e os planos de intersecção.

Os futuristas apresentaram um conceito de “linhas de força”, que se tornou uma característica marcante de suas obras.

SURREALISMO
O termo surrealismo, cunhado por André Breton com base na idéia de “estado de fantasia supernaturalista” de Guillaume Apollinaire, traz um sentido de afastamento da realidade comum que o movimento surrealista celebra desde o primeiro manifesto, de 1924. Nos termos de Breton, autor do manifesto, trata-se de “resolver a contradição até agora vigente entre sonho e realidade pela criação de uma realidade absoluta, uma supra-realidade”. A importância do mundo onírico, do irracional e do inconsciente, anunciada no texto, se relaciona diretamente ao uso livre que os artistas fazem da obra de Sigmund Freud e da psicanálise, permitindo-lhes explorar nas artes o imaginário e os impulsos ocultos da mente.

Fonte: Itaucultural

CUBISMO
Movimento artístico cuja origem remonta à Paris e a 1907, ano do célebre quadro de Pablo Picasso, Les Demoiselles d’Avignon. Considerado um divisor de águas na história da arte ocidental, o cubismo recusa a idéia de arte como imitação da natureza, afastando noções como perspectiva e modelagem, assim como qualquer tipo de efeito ilusório. “Não se imita aquilo que se quer criar”, diz Georges Braque, outro expoente do movimento. A realidade plástica anunciada nas composições de Braque leva o crítico Louis Vauxcelles a falar em realidade construída com “cubos”, no jornal Gil Blas, 1908, o que batiza a nova corrente. Cubos, volumes e planos geométricos entrecortados reconstroem formas que se apresentam, simultaneamente, em vários ângulos nas telas. O espaço do quadro – plano sobre o qual a realidade é recriada – rejeita distinções entre forma e fundo ou qualquer noção de profundidade. Nele, corpos, paisagens e, sobretudo, objetos como garrafas, instrumentos musicais e frutas têm sua estrutura cuidadosamente investigada nos trabalhos de Braque e Picasso, tão afinados em termos de projeto plástico que não é fácil distinguir as telas de um e de outro. Mesmo assim, nota-se uma ênfase de Braque nos elementos cromáticos e, de Picasso, em aspectos plásticos.

Fonte: Itaucultural

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